Por: Thais Herédia.
“Achei o corte bom. Sou do time que acha que veio melhor que o esperado e
que o governo vai implementar, apesar da baixa credibilidade em torno da
política fiscal. É claro que com as preocupações com o petróleo, um corte
maior seria adequado. Mas, de qq forma, o governo caminha para uma gestão
responsável na área macroeconômica”.Roberto Padovani, economista do banco WestLB“O anúncio dos cortes foi oportuno, positivo e na linha certa. Mas se vão mesmo fazer ou não, ainda não sabemos. A credibilidade fiscal do governo ainda precisa se provar. Desde a época do império ouvimos que vai haver cortes, mas não vemos nada concreto. Vamos ver o impacto na real expectativa do mercado pelo comportamento da curva de juros futuros. Se ela se mexer para baixo, é porque o mercado acredita que o corte será para valer”.Roberto Troster, economista e consultor
Por: Thais Herédia.
“Achei o corte bom. Sou do time que acha que veio melhor que o esperado e
que o governo vai implementar, apesar da baixa credibilidade em torno da
política fiscal. É claro que com as preocupações com o petróleo, um corte
maior seria adequado. Mas, de qq forma, o governo caminha para uma gestão
responsável na área macroeconômica”.
política fiscal. É claro que com as preocupações com o petróleo, um corte
maior seria adequado. Mas, de qq forma, o governo caminha para uma gestão
responsável na área macroeconômica”.
Roberto Padovani, economista do banco WestLB
“O anúncio dos cortes foi oportuno, positivo e na linha certa. Mas se vão mesmo fazer ou não, ainda não sabemos. A credibilidade fiscal do governo ainda precisa se provar. Desde a época do império ouvimos que vai haver cortes, mas não vemos nada concreto. Vamos ver o impacto na real expectativa do mercado pelo comportamento da curva de juros futuros. Se ela se mexer para baixo, é porque o mercado acredita que o corte será para valer”.
Roberto Troster, economista e consultor
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