sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Hipocrisia tem limite
Ricaperrone.com.br

Eu sei, é bonito defender causas nobres e que estejam na moda. Sei também que vai pintar ONG pra tudo que é lado me enchendo o saco e interpretando o que eu digo, também, como uma “ofensa” ou “preconceito”. Mas, convenhamos, sem viadagem… já deu né?
O Cruzeiro ser punido no Voley porque sua torcida chamou o carinha do outro time de “viado” é a piada do século. Pra mim, é claro. Pra muitos é a “lição de moral” do ano.
Qualé a novidade em uma torcida chamar um adversário de viado? Qual foi o jogo, dentre os últimos 9 milhões aqui no Brasil, onde a torcida local não chamou o destaque rival de “viado”?
Onde é que está o processo contra as torcidas que chamaram o Ronaldo de gordo?
Cadê a liga da justiça pra encher o saco quando xingam a mãe do juiz no futebol?
Não tem ONG “Mamães legais” ainda? Cria uma aí, pô! Se dá grana não sei, mas ibope dá.
Vamos separar as coisas e excluir o oportunismo ignorante, que é o pior que tem.
O sujeito que nasce negro ou branco não pode ser discriminado pela cor que tem. Racismo é CRIME, é absurdo e não faz sentido.
O que não tem NADA a ver com o fato de eu virar pros meus amigos negros e chama-los, carinhosamente, de “Negão”. Pois assim o Pelé, rei do futebol, se chama, por exemplo.
Como nunca dei ataque por ser chamado de “gordinho” ou “alemão”.
São termos que, goste você ou não, perderam o tom ofensivo. É absolutamente popular, comum, inofensivo.
Assim como brincar com seu amigo e chama-lo de “viado”, ou hostilizar um rival com o termo. É normal, não quer dizer que “odiamos você por você gostar de meninos”.
Quer dizer: “Você é viado!”, sendo ou não. É uma forma de mexer com o jogo, só.
Ser gay, que no meu conceito é 100% diferente de ser viado, é uma OPÇÃO SEXUAL. Viado é uma “opção pra aparecer”. Assim sendo, é opcional ser gótico, Emo, pagodeiro, roqueiro, palmeirense, flamenguista, etc. Você escolhe o que quer ser e como quer viver. E isso gera grupos que se afastam ou se aproximam de você.
Adoro samba, logo, tenho enorme facilidade em ter amigos sambistas. Não tenho, porém, grandes amigos roqueiros daqueles que andam de preto balançando a cabeça. Sou guitarrofobico?
Porra! São escolhas, e não ofendendo, não menosprezando, é tão direito seu andar de rosa quanto meu andar do outro lado da rua. Qualé?
Você quer ser gay ou amigão da galera? Quer ter direitos ou “mais direitos” que os outros?
Pelo que brigam, afinal?
Porque nunca no esporte ficaram de nhe-nhe-nhe com as ofensas de uma torcida a um jogador e agora vão fazer isso?
Porque ele é gay? E dai? Quem disse que a mãe do juiz não é, de fato, uma puta?
Como fica então as musiquinhas de torcida que ofendem pessoas de outro estado a cada jogo? Puniram alguém por isso?
Fizeram ondinha por isso?
Me lembro que na Vila Belmiro a torcida do Santos meteu faixas tirando sarro do Richarlyson, que jura não ser gay. No outro dia tinha jornal e principalmente moralista babaca na tv dizendo que o “ato homofobico” da torcida….
Que homofobia se ele é homem???????
Homofobico é você, que está chamando ele de gay. A torcida deu a ele o mesmo tratamento que dá ao destaque do time rival, sempre.
Maior palhaçada esportiva que já vi nos últimos tempos a punição ao Cruzeiro. Ridículo, lamentável e hipocrita.
Eu não sou gay, nunca destratei um gay, não sou homofobico, mas não quero ter um filho gay. Como não quero ter um filho gótico e nem Emo, o que não me torna um “emofobico” ou “Goticofobico” e nem gera centenas de moralistas me enchendo o saco.
Porque? Quem está tendo “tratamento diferenciado” agora?
Sejam gays. A gente aceita. Só não forcem pra ser “exemplo”.
Se querem igualdade, taí. O que querem, agora, é tratamento VIP.
Já nos obrigaram, com razão, a respeitar. Não tentem nos obrigar a gostar.
abs,
RicaPerrone
RicaPerrone
Até que ponto vivemos uma ditadura do politicamente correto?
por Paulo Henrique Martins
Todo mundo viu ou ouviu falar sobre as polêmicas declarações do deputado Jair Bolsonaro, dadas algumas semanas atrás, em relação aos homossexuais, aos negros e à defesa dos governos militares.
Numa época em que defender causas sociais e nobres está na moda, o que se viu foi um mar de opiniões contraditórias e tão ofensivas quanto as próprias palavras de Bolsonaro. Mas, pelo bem das minorias, a ofensividade só pode ser vista a partir de um lado.
O deputado tem todo o direito de se colocar contra o homossexualismo e a favor da tortura. É a opinião dele e deve ser respeitada sim – embora possa ser discutida e debatida, mas não da forma imbecil como tem sido feita. Li pessoas inteligentes e de opinião forte se contradizendo em notas de repúdio ao deputado. Sobrou até mesmo para o CQC, pelo simples fato de ter exibido a entrevista, sendo atingido pelo estúpido argumento de que declarações assim não podem ir ao ar.
Vamos censurar os discursos a favor da censura, olha como somos geniais!

Estaríamos carentes de novas Ágoras?
Mandemos também à cadeira elétrica aqueles que são a favor da pena de morte, assim já nos livramos dessa raça! E são essas as mesmas pessoas que fazem discursos a favor da liberdade de expressão. Pelo visto essa liberdade só pode existir quando a expressão é compartilhada por todos.
Não me entendam mal, acho o excelentíssimo deputado Jair Bolsonaro um imbecil com uma capacidade particular de falar merda. Mas sei distingüir a ideia da pessoa e concordo com alguns pontos polêmicos. Sou contra o sistema de cotas, a favor da pena de morte, a favor do aborto…
Alguns pontos defendidos pelo deputado são inclusive compartilhados e exaltados pelo super-herói brasileiro, o Capitão Nascimento – aquele mesmo que tantos ferrenhos críticos Bolsonarianos apóiam e idolatram. As opiniões ditas homofóbicas são também compartilhadas pela Igreja Católica.
O problema é que, por vir de alguém que já possui repúdio natural de parte da opinião pública, isso acabou resultando em um êxtase coletivo. Uma demagogia geral construiu um discurso politicamente correto que agrade à maioria, de forma a calar as opiniões contrárias.
Vivemos uma época chata. Uma época onde qualquer coisa que fuja do senso comum é taxada de preconceituosa, na qual piadas que sempre existiram passam a ser consideradas ofensivas. As escolas passam a vigiar um bullying que sempre existiu, agora culpado por muitas tragédias da atualidade.
Rica Perrone foi chamado de homofóbico por causa um excelente texto em seu blog questionando justamente a hipocrisia da sociedade atual em defesa dessas causas nobres. Eu também não quero ter um filho gay. Na verdade também não quero ter um filho pagodeiro ou um filho médico. Não posso ser acusado de homofobia por isso. Os maiores homofóbicos são os homossexuais que consideram uma ofensa serem chamados de gays; tais como os maiores racistas são os pretos que considerem uma ofensa serem chamados de pretos.
Os pontos mais polêmicos das entrevistas de Jair Bolsonaro foram muito semelhantes àsdeclarações de Datena contra os ateus. Se fossem proferidas contra alguma religião específica, teriam causado uma comoção semelhante à que hoje se põe a favor dos homossexuais. Mas o discurso-comum se põe a favor da existência de um Deus, então, estando a maioria de acordo, não há necessidade de discussão. A não crença dos ateus deve ser tratada de forma tão digna quanto as crenças religiosas e sua opinião deve ser respeitada com a mesma intensidade que você respeita a opinião de um deputado a favor da ditadura. Sim, tudo se discute.
E vamos assim caminhando para uma sociedade onde todos crescem aprendendo o discurso padrão e sendo repelidos a pensar o contrário. A ditadura que George Orwell previu no livro “1984″ parece impossível, mas seguimos assustadoramente para a ditadura que Aldous Huxley estruturou em “Admirável mundo novo”. Uma imposição do senso-comum, onde as pessoas são condicionadas a viverem de acordo com as regras e leis sociais. Uma ficção científica terrivelmente semelhante ao caminho que seguimos hoje.
Two and A Half Men deve mesmo continuar sem Charlie Sheen
| ANDRÉ LUIZ DE MELLO PEREIRA JUDAO.com.br |
Segundo o The Hollywood Reporter, Chuck Lorre, produtor de Two and A Half Men e que foi achincalhado pelo Sheen algumas vezes, estaria preparando um “semi-reboot” da série, e já teria apresentado aos executivos da Warner e ao ator Jon Cryer, que graças ao surto de sua co-estrela, viu o seu emprego ameaçado, um novo modelo para a sitcom, com um novo personagem.
Apesar do Charlie Sheen ter dito recentemente que teria interesse de voltar para a série (depois de xingar seu produtor, o estúdio e processá-los em 100 milhões), todos permanecem firmes na decisão da demissão do ator.
Como as coisas ainda estão engatinhando, ao que tudo indica, a CBS estrearia a nova temporada e cara de Two and A Half Men na mid-season do ano que vem ao invés do próximo outono estadounidense, o que lhes daria mais tempo de preparar tudo.
Vamos aguardar novidades, e surgindo alguma coisa, nós avisamos vocês.
Divulgado novo e explosivo trailer completo de Transformers 3
Nova sinopse também foi divulgada.
Yuri Giannella
Poucos vídeos de “Transformers 3” estavam disponíveis até agora. Depois da contextualização histórica mostrando o pouso do homem na lua e outros spots, somente agora o trailer completo de cinema chega online com um pouco mais de informações e muita ação:
Ainda, a nova sinopse oficial informa que “quando um misterioso acontecimento do passado da Terra explode nos dias de hoje, essa ameaça poderá levar a Terra a uma guerra tão grande que os Transformers não poderão nos salvar sozinhos”.
O elenco conta com Shia LaBeouf (“Wall Street 2: O Dinheiro Nunca Dorme”), John Turturro (“O Grande Lebowski”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), John Malkovich (“Red: Aposentados e Perigosos”), Kevin Dunn (“Vicky Cristina Barcelona”), Frances McDormand (“Queime Depois de Ler”) e a modelo estreante no cinema Rosie Huntington-Whiteley – no lugar da musa Megan Fox (“Transformers”).
Michael Bay (“A Ilha”) está novamente na direção. A previsão de estreia no Brasil é dia 1º de julho, com cópias em 2D e 3D.
Trailer de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 é divulgado
Imagens sombrias e muita ação conduzem ao desfecho da franquia.
Bruno Nogueira

Conforme prometido, a Warner lançou no começo da noite de hoje o trailer de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″, aguardado desfecho da saga do menino bruxo baseada nos livros de J. K. Rowling. O vídeo brinda os fãs com imagens sombrias e empolgantes do fim da franquia. É possível ver trechos da juventude de Lílian e Snape, vislumbres da Sala Precisa e do dragão de Gringotes, da cobra Nagini e claro, muita tensão entre Voldemort e Harry Potter.
ASSISTA AQUI ao vídeo legendado.
Se você quiser baixar o trailer em Alta Definição, escolha o formato (clique com o botão direito sobre o link e selecione “Salvar destino como…” e salve o arquivo em seu computador):
Na segunda parte do final épico da série, a batalha entre o bem e o mal no mundo da magia torna-se uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa apresentar-se para seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.
A direção é novamente de David Yates, que comandou os três filmes anteriores, e o roteiro é de Steve Kloves. O longa tem estreia mundial em 15 de julho, com cópias em 2D e 3D.
Vale confirma entrada na usina de Belo Monte
Investimento é estimado em R$ 2,3 bilhões.
Para empresa, aquisição ajuda a mitigar 'riscos no fornecimento de energia'.
Do G1, em São Paulo
A Vale confirmou nesta quinta-feira (28), após reunião do Conselho de Administração, que entrará como sócia no projeto da hidrelétrica de Belo Monte. A companhia vai adquirir até 9% do capital da Norte Energia (Nesa) – sociedade responsável pela implantação, operação e exploração da UHE Belo Monte. A parcela pertencia à Gaia Energia e Participações.
“A Vale é uma grande consumidora de energia elétrica e investe em ativos de geração de acordo com suas necessidades de consumo, buscando reduzir custos operacionais de forma permanente e minimizar riscos de preços e disponibilidade de oferta”, diz a companhia, em nota.O investimento é estimado em R$ 2,3 bilhões e inclui o reembolso à Gaia pelos aportes de capital realizados na Nesa, além de aportes futuros de capital decorrentes da participação acionária adquirida.
A mineradora tem participações em nove usinas hidrelétricas no Brasil, e possui três usinas na Indonésia, sendo que Estreito, no Brasil, começou a operar recentemente e Karebbe, na Indonésia, se encontra em fase final de construção com previsão de entrada em operação neste ano. A Vale possui ainda quatro pequenas centrais hidrelétricas no Brasil e outras cinco no Canadá. Em nota, a companhia informa que 45% do seu consumo global é satisfeito por geração própria.
A expectativa para os próximos anos, de acordo com a mineradora, é de expressivo aumento do consumo de energia elétrica, devido aos investimentos em projetos de mineração, o que deve ampliar o desequilíbrio entre demanda e oferta via geração própria.
A expectativa para os próximos anos, de acordo com a mineradora, é de expressivo aumento do consumo de energia elétrica, devido aos investimentos em projetos de mineração, o que deve ampliar o desequilíbrio entre demanda e oferta via geração própria.
“A aquisição de participação no projeto Belo Monte elevará o percentual de nosso consumo de energia atendido por geração própria e reduzirá o custo marginal de energia para a Vale, na medida em que o preço da energia a ser comprada da Nesa será inferior ao custo alternativo.”
A mineradora destaca, ainda, que o investimento “contribui para a mitigação de riscos no fornecimento de energia” para as atividades no Brasil.
“A aquisição de participação no projeto Belo Monte é consistente com nossa estratégia de crescimento, contribuindo para a segurança energética da Vale e a criação de valor para seus acionistas como autoprodutora”, disse, em nota, Roger Agnelli, diretor-presidente da Vale.
“A aquisição de participação no projeto Belo Monte é consistente com nossa estratégia de crescimento, contribuindo para a segurança energética da Vale e a criação de valor para seus acionistas como autoprodutora”, disse, em nota, Roger Agnelli, diretor-presidente da Vale.
BNDES
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, considerou positiva a decisão da Vale de entrar no consórcio de Belo Monte.
"É uma boa notícia. [A Vale] é uma empresa que precisa de energia na região, ajuda a preencher a cota de autoprodutores e dá solidez ao consórcio", disse, após participação no Fórum Econômico Mundial da América Latina, que acontece no Rio de Janeiro. "Não estamos enxergando nenhuma dificuldade em estruturar o financiamento para Belo Monte", completou.
O BNDES participa da Vale através da BNDESpar, uma das acionistas da Valepar.
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, considerou positiva a decisão da Vale de entrar no consórcio de Belo Monte.
"É uma boa notícia. [A Vale] é uma empresa que precisa de energia na região, ajuda a preencher a cota de autoprodutores e dá solidez ao consórcio", disse, após participação no Fórum Econômico Mundial da América Latina, que acontece no Rio de Janeiro. "Não estamos enxergando nenhuma dificuldade em estruturar o financiamento para Belo Monte", completou.
O BNDES participa da Vale através da BNDESpar, uma das acionistas da Valepar.
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