sexta-feira, 18 de março de 2011

Classe média e petróleo são atrativos de visita ao Brasil, diz Obama


Declarações estão em artigo publicado nesta sexta pelo 'USA Today'.

'Brasil descobriu reservas que podem ser muito maiores que as nossas'.

Do G1, com informações de agências internacionais
Barack Obama (Foto: AP)O presidente Barack Obama. (Foto: AP)
Um dia antes de vir ao Brasil, o presidente norte-americano Barack Obama destacou nesta sexta-feira (18) que a crescente classe média brasileira e as recém-descobertas reservas de petróleo ‘bem maiores’ que as dos Estados Unidos como alguns dos principais atrativos para sua visita, que começa neste sábado (19).
Em um artigo publicado nesta sexta-feira pelo jornal "USA Today" (clique aqui para ler o artigo no site da publicação) Obama enfatizou o desejo de fortalecer relações: com a presidente Dilma Rousseff, “para aproximar as duas maiores economias e democracias do hemisfério”, e com o setor de petróleo.

“Nós também trabalharemos para fortalecer nosso relacionamento no que se refere à energia. O Brasil descobriu recentemente reservas de petróleo que podem ser muito maiores que as nossas, e como procuramos aumentar nosso estoque de energia segura, nós esperamos desenvolver uma parceria estratégica”, afirmou o presidente.

Com 200 milhões de pesspas, classe média crescente e  renda per capita que cresce  7% ao ano, o Brasil importa mais produtos dos EUA s do que qualquer outra nação do mundo"
Barack Obama
“No texto, o presidente norte-americano disse também que o crescimento “impressionante” observado na América Latina nos últimos dias é bom para o povo do hemisfério, e bom para nós”.

De acordo com Obama, a "mais alta prioridade" dos Estados Unidos é criar empregos, em meio a um alto desemprego e uma recuperação econômica muito lenta - "uma das razões" da viagem do presidente à América Latina.

“Com cerca de 200 milhões de pesspas, uma classe média crescente e uma renda per capita que cresce cerca de 7% ao ano, o Brasil importa mais produtos e serviços dos Estados Unidos do que qualquer outra nação do mundo”, afirmou.
“Em 1990, Brasil era o 16º maior Mercado para os nossos produtos. Ano passado, foi o oitavo maior”.
Washington está particularmente interessado no Brasil por causa de seus recursos energéticos, tanto tradicionais quanto "verdes", e nas oportunidades de investimento trazidas pela organização da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016.

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